sábado, 19 de janeiro de 2013

O DUBSTEP É POP

Certamente você já se deparou com ele. Se é amante da música eletrônica, muito provavelmente o estilo tem dominado seu iPod desde o ano passado (mesmo que já exista há mais de dez anos). Se não curte tanto, não consegue entender como alguém gosta de um som tão barulhento e confuso.
O portal ObaOba ilustrou bem o que pode ser o segmento dubstep.


De fato, enveredar por esse caminho polirrítmico, marcado por pesados graves e batidas quebradas, é opção bastante particular. 
Mas não é arriscado afirmar: você já gosta de dubstep. Ou pelo menos tem tentado constantemente fugir dele quando liga o rádio.

É que, como toda boa tendência, o segmento encontrou o pop. Se no Brasil ainda estamos alguns bons anos longe do mainstream (na verdade nunca chegaremos lá), lá fora os artistas do TOP TVZ já descobriram há tempos que o dubstep pode ser a senha pra se reciclarem e ampliarem sua legião de fãs - ou permitir que descrentes ao menos testassem sua música.

Jump, um dos novos singles de Rihanna (do excelente Unapologetic) atesta a qualidade dessa fusão:



Justin Bieber (As Long as you Love me), Alex Clare (Too close) e Taylor Swift (I knew you were trouble) são alguns de outros bons exemplos da mistura que, até agora, tem se mostrado vencedora. E contribuído pra ajudar brasileiros ligados na Jovem Pan a se familiarizar com o viciante dubstep.


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Skrillex (Dubstep sem Pop) - pra começar a gostar: http://www.beatport.com/artist/skrillex/121017

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